Adilson Araújo: “Cem mil mortos são o saldo trágico da gripezinha de Bolsonaro”

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Carolina Antunes/PR

“Tocar a vida” e arranjar “uma forma de se safar” do coronavírus foram os conselhos do presidente Jair Bolsonaro ao ser questionado sobre a proximidade de o Brasil atingir 100 mil mortos pela pandemia. Indignado o presidente da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adilson Araújo retrucou: “A gripezinha do Bolsonaro resultou em uma tragédia entre os trabalhadores e as trabalhadoras deste país”.

A CTB ao lado das centrais sindicais realizaram nesta sexta-feira (7) em todo o Brasil atos para denunciar as 100 mil mortes que o país deve atingir nos próximos dias ocasionadas pelo coronavírus. De acordo com o Consórcio formado por diversos grupos de comunicação do país, o Brasil registrou até o dia 6 de agosto 98 mil e 493 mortos e 2 milhões e 912 mil casos confirmados.

Adilson (ao microfone) durante o protesta na Praça da Sé em São Paulo nesta sexta
“A realidade revela, lamentavelmente, que a simples gripezinha, como foi classificado o coronavírus pelo governo federal, atingiu a proporção de um desastre econômico, social e político muito maior”, definiu Adilson. De acordo com o dirigente, os atos das centrais desta sexta-feira são uma denúncia para que essas mortes não sejam naturalizadas.

Os atos se espalharam pelo Brasil com o mote “Defesa da vida, do emprego e pelo Fora Bolsonaro”. “O governo do Jair Bolsonaro e do Paulo Guedes negam a ciência, contrariam os protocolos de saúde e são incapazes de criar empregos para a classe trabalhadora, penalizada pela crise econômica e pela pandemia”, completou o dirigente.

Railídia Carvalho

CTB

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