Sinpro-Rio: Escola Barilan – Primeiro caso de covid após o retorno ilegal das aulas presenciais

ESCOLA BARILAN: PRIMEIRO CASO DE COVID APÓS O RETORNO ILEGAL DAS AULAS PRESENCIAIS

O Sinpro-Rio defende que o restabelecimento das aulas presenciais não é possível, em razão do grave risco de contágio da comunidade escolar, pela dificuldade do controle do distanciamento e da utilização de máscara de forma correta, dentre outros fatores.

A deflagração da GREVE PELA VIDA e a propositura de ação judicial são mecanismos utilizados pelo Sinpro-Rio para preservar a saúde e a vida dos professores, funcionários e das famílias.

O Tribunal de Justiça reafirmou, no dia 17/9 (a liminar suspendendo as aulas na capital foi concedida dia 6/8), que as aulas presenciais no município do Rio de Janeiro seguem PROIBIDAS.

O Colégio Barilan e outros estabelecimentos de ensino, em total desrespeito à decisão judicial, retomaram as aulas presenciais na semana passada.

O Sinpro-Rio teve ciência que na semana passada, um aluno que compareceu normalmente às aulas, participou de todas as atividades propostas pela escola e, ao chegar em casa, após manifestar os primeiros sintomas, TESTOU POSITIVO PARA O COVID.

O próprio Colégio Barilan, em mensagem encaminhada aos professores, ADMITIU que o aluno contraiu COVID dias antes do retorno das atividades presenciais.

O primeiro caso de COVID, após uma semana da reabertura, evidencia a FRAGILIDADE das escolas no controle da saúde de todos os alunos, funcionários e professores.

O Sinpro-Rio segue em defesa da vida e solicita, mais uma vez, que os estabelecimentos de ensino reavaliem a decisão de retomada das aulas presenciais em razão dos graves riscos à saúde de toda a comunidade escolar.

Do Sinpro-Rio

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