TV Contee fala sobre volta às aulas e a importância da vacinação

Chegava o início de fevereiro e era sempre assim: a professora pedia para que resumíssemos sob o título “minhas férias” todas as aventuras vividas enquanto estávamos longe da sala de aula. Neste ano ainda estamos longe da sala de aula, mas apenas enquanto espaço físico. Continuamos imersos nela, contudo, no cerne do que uma escola representa — e isso inclui a formação de cidadãos e cidadãs comprometidos com a defesa da saúde coletiva. Como escreveu a premiada jornalista Eliane Brum em sua coluna no El País Brasil na semana passada, “a questão de abrir ou não os prédios, que são apenas parte do que uma escola deve ser, é uma fração dessa conversa. Se a escola é essencial, então é passada a hora de realmente tratar a escola como essencial — e aí não estamos falando de prédios apenas, mas de toda a comunidade escolar, a começar pelos professores e funcionários. Se a escola é essencial então é preciso tratá-la como essencial — e não, mais uma vez, rearranjar o desarranjo. Numa pandemia, tratar a escola como essencial é determinar que é um serviço essencial e, portanto, professores e funcionários devem ser colocados na frente da fila de vacinação. Até agora, os professores não foram vacinados. E, sem medidas práticas, qualquer conversa é pura demagogia. Ou pior, é escolher o corpo do outro para que seja sacrificado. Sempre o do outro, claro”.

Sob o título “Minhas Férias”, a TV Contee também faz sua “redação” e traz uma reflexão bem humorada sobre os desafios do ensino remoto, sobre o cuidado com a vida, sobre a preocupação com a comunidade e sobre que tipo de sociedade queremos ensinar a — e também aprender com — nossas crianças.

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