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Foto: Leandro Freire/TREEMIDIA

A tarde desta sexta-feira (23), segundo dia do XX Conselho Sindical (Consind), foi dedicada a refletir sobre a estrutura, a organização sindical e a sustentação financeira do Sistema Contee. Frente aos ataques já desferidos pelo governo ilegítimo de Michel Temer, como a reforma trabalhista e a liberação da terceirização irrestrita, e que o futuro governo Bolsonaro pretende e promete agravar, é fundamental discutir as perspectivas e traçar os caminhos do movimento sindical.

“Se o capital pensa na perspectiva de flexibilizar mais, fragmentar mais, fazer com que as relações se tornem individualizadas, temos que fazer o contrário”, declarou o coordenador-geral da Contee, Gilson Reis. “Uma questão da qual temos clareza é de que nunca foi tão necessário o fortalecimento e a ampliação do trabalho da Contee. A Contee passa a ser não só uma necessidade política, como já é historicamente, mas uma necessidade organizativa para enfrentar esse conjunto de dificuldades, para organizar de forma coletiva nossa ação política.”

O debate se estendeu até a noite, com a participação de 126 delegados e delegadas de 40 entidades filiadas presentes, sendo sete federações e 33 sindicatos de todas as cinco regiões do Brasil. O Consind se encerra neste sábado (24), com as discussões sobre o Congresso da Contee extraordinário (Conatee) previsto para março de 2019 e sobre a campanha salarial.

Fotos: Leandro Freire/TREEMIDIA
Por Táscia Souza

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