Dia do Leitor: ler nunca é demais
Ler nunca é demais. Aprender nunca é demais. Em um país marcado por desigualdades históricas, a leitura segue sendo um dos mais potentes instrumentos de emancipação humana, social e política. E a escola é a grande bússola nessa jornada: nela se aprende a ler palavras, mundos e a própria vida.
Ao lado dos mestres e dos profissionais da educação, é possível alargar horizontes, voar longe e dar asas à imaginação.
Professoras e professores não apenas ensinam a decifrar letras, mas estimulam perguntas, inquietações e a capacidade de ir além do aparente. Os educadores apresentam a leitura como direito, como prazer e como ferramenta de transformação.
Ler expande.
Ilumina ideias.
É trincheira revolucionária,
a celebrar
neste 7 de janeiro.
Em tempos acelerados, de ruído excessivo e respostas fáceis, o leitor atento desvela as entrelinhas dos acontecimentos. É quem desconfia das soluções imediatistas, questiona narrativas prontas e se recusa a aceitar o mundo exatamente como ele se apresenta.
Ler é uma atitude de resistência.
Um ato de coragem diante da superficialidade e da desinformação.
Neste ano decisivo para o Brasil, em que serão escolhidos os próximos representantes que conduzirão os rumos do país, filtrar o que se lê é fundamental. A busca por fontes confiáveis e verossímeis torna-se determinante para a formação de uma consciência crítica e cidadã.
Por isso, celebrar o Dia do Leitor é também reafirmar o compromisso com a educação de qualidade, com a valorização dos profissionais da educação e com políticas públicas que garantam acesso ao livro, à leitura e ao conhecimento. Ler o mundo, ler a vida, ler a história — nunca é demais.
A Contee saúda todos os leitores e leitoras, em especial aqueles e aquelas que, nas salas de aula, bibliotecas e espaços educativos, mantêm viva a chama do pensamento crítico e da esperança.
Da Redação Contee


