Feliz ano novo!
Por José Geraldo de Santana Oliveira*
Feliz Ano-Novo, para 2026, é tarde, pois já passou a data de chegada do novo ano, marcada por confraternizações e festas.
Feliz ano novo! Para o ano que se inicia, é tempo; é hora; é oportuno; mais que isso, é necessário.
Essa locução interjetiva é muito mais que singela saudação ou desejo. É, também, sentimento sublime, otimismo, sonho, compromisso, expectativa de futuro, motivo para ação. Tudo isso se sintetiza no substantivo esperança. Abstrato, na forma. Concreto, na ação e na busca da consecução do que ela encerra.
Se quem que dá luz ao dia é o Sol, com seus resplandecentes raios; sem os quais tudo é treva, morrendo a vida biológica e o ecossistema. Quem dá sentido e razão de ser à vida emocional é a esperança.
Sem esperança, não há horizonte; não há desafio; não há luta; não há perspectiva de amanhã. Em uma palavra: sem esperança, a vida emocional murcha, definha e se esvazia! Portanto, esperança é vida; vida sadia e pujante. Desesperança é morte da utopia e, por conseguinte, do futuro.
A esperança é atemporal e eternamente se renova; ainda que não tenha se materializado em toda a sua dimensão.
Mesmo quando o ano se envelhece e chega ao seu final, sem ter proporcionado o bem-estar e as ditosas realizações que dele se esperava, a esperança se reacende, sendo transferida para o ano que vai se iniciar. E, assim, eternamente, pois esperança é chama ardente que não se apaga.
Para o bem da humanidade, morrem os seres humanos esperançosos, posto que são finitos; morrem os anos, os séculos e os milênios. Mas, a esperança não morre jamais, por ser infinita!
Por tudo isso, é de se bradar, acreditar e querer feliz 2026!
*José Geraldo de Santana Oliveira é consultor jurídico da Contee





