No dia 4 de outubro, o Brasil decide o seu caminho

No próximo domingo, 4 de outubro, os brasileiros e brasileiras têm a responsabilidade de decidir seu futuro. São dois projetos que se apresentam para o País. Entre a democracia e a barbárie, entre o avanço e o retrocesso, a escolha não é difícil.

Eleger Lula é a garantia de que o país continuará avançando sobre o alicerce da reconstrução nacional realizada nos últimos anos. O próximo período, no entanto, exige mais do que continuidade. Pede reformas estruturantes e necessárias para um Brasil mais justo com o povo, a começar pela valorização do trabalho, o que inclui o fim da escala 6×1, com a jornada reduzida de 44 para 40 horas semanais sem perda de salário e pelo investimento em políticas públicas de qualidade.

Neste projeto, que é de desenvolvimento, crescimento soberano e redução das desigualdades, está a educação. Ela é fundamental para o desenvolvimento científico, tecnológico, econômico e social da nação. A valorização de professores, educadores e de trabalhadores em educação, além das políticas para estudantes, como programas de acesso e de permanência, são condições fundamentais para o Brasil avançar, e só estão garantidas com a continuidade do governo Lula.

Mas essa estratégia precisa de sustentação no Congresso. É lá que a vontade expressa nas urnas se converte em lei, ou é barrada. E, no domingo, estarão em jogo as 513 cadeiras da Câmara dos Deputados e 54 das 81 vagas do Senado.

Por isso, é preciso eleger uma grande bancada progressista, comprometida com os trabalhadores, com a educação e com o desenvolvimento do Brasil, capaz de dar ao governo a base política necessária para cumprir o que o povo espera.

Derrotar a extrema direita é condição para garantir a democracia e a soberania nacionais. Seu avanço enfraquece e fragmenta o tecido social, intensifica a polarização, o discurso de ódio e a intolerância, ameaça as instituições e a credibilidade do voto, e subordina o país a interesses estrangeiros, ao invés de servir ao desenvolvimento e ao bem-estar de quem vive e trabalha aqui.

Essa disputa não admite omissão, indiferença ou abstenção. Cabe a cada dirigente sindical se posicionar e levar esse debate às categorias e às redes, esclarecendo que o voto de domingo define o país em que viveremos nos próximos anos. Cada conversa e cada voto conta. No dia 4, vamos às urnas pela democracia, pelos direitos e pelo Brasil que queremos construir.

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