Voto em Lula é garantia de valorização do salário mínimo

Caríssimo/a trabalhador/a,

Ao cumprimentá-lo/a cordialmente, convidamos a você para dialogarmos sobre a relação direta entre salário-mínimo e o voto!

De plano, você pode, com razão, nos perguntar se existe essa relação? A resposta é sim e com muito mais vigor do que possa aparentar ao primeiro olhar. Isso porque o valor do salário-mínimo é escolha do presidente da República e do Congresso Nacional.

Os/as mais de 62 milhões de brasileiros/as que recebem o salário-mínimo — sendo aproximadamente 30 milhões de beneficiários da previdência social, 18 milhões de empregados da iniciativa privada, 11 milhões que trabalham por conta própria e 4 milhões de domésticos/as — sabem a diferença entre as escolhas de um e outro governante.

Nos três mandatos do presidente Lula (2003/2006, 2006/2010 e 2023/2026) e um mandato e meio da presidente Dilma (2011/2014 e 2015/2061), o salário-mínimo sempre foi reajustado acima da inflação.

No governo Temer (2016/2018), o reajuste foi inferior à inflação, menos 0,10%, em 2017 e menos 0,25%, em 2018. No governo Bolsonaro (2019/2022), no primeiro dia (1º/1/2019), não por vontade dele, o reajuste foi de 1,14% acima da inflação; em 2020, 0,36% abaixo da inflação; e em 2021 e 202, foi corrigido pelo INPC.

O valor de R$ 1.621,00, que está longe de satisfazer às necessidades de quem vive com o salário-mínimo, só foi possível graças à política de sua valorização adotada pelos três governos Lula e pelo mandato e meio da presidente Dilma.

Quando o presidente Lula assumiu o primeiro mandato, ao 1º de janeiro de 2003, o salário-mínimo era de R$ 200,00. Se, ao longo dos anos, seu reajuste se desse apenas pela inflação (INPC), em 2026, seu valor atual seria de R$ 813,38. Como é de R$ 1.621,00, temos que R$ 807,62 desse total são resultantes da política de sua valorização, negada por Temer e Bolsonaro.

Se o valor de R$ 1.621,00 já se assemelha a um cobertor curto, que descobre os pés, quando se se cobre a cabeça — metaforicamente falando —, que dizer do que seria dele, se não fosse a política de valorização, que, em 12 anos de Lula e 4,5 de Dilma, dobrou seu valor, acima da inflação?

Demonstrada a relação entre o voto e o salário-mínimo e a importância deste para mais de seis dezenas de milhões de brasileiros/as, perguntamos a você se já verificou qual o compromisso dos candidatos Lula e Flávio Bolsonaro com sua valorização?

Nós, dirigentes da Contee, já fizemos isso, com todo o cuidado; tendo constatado que o programa do governo Lula afirma e reafirma a continuidade da política de sua valorização real, ou seja, sua correção pela inflação e pelo crescimento do PIB.

Enquanto isso, o programa do candidato Flávio Bolsonaro não diz uma única palavra sequer sobre ele; como se não tivesse nenhuma importância social e não representasse o orçamento de mais de 62 milhões de brasileiros/as.

Conhecida a relevância social do salário-mínimo e o que cada um dos dois principais candidatos à presidência da República pensa e propõe sobre ele, te perguntamos se você ainda tem dúvida sobre qual programa vai escolher, por meio do seu voto?

Não temos nenhuma dúvida sobre a colossal diferença entre os dois candidatos. Por essa boa razão indicamos voto em Lula!

Contamos com sua parceria nessa empreitada?

Brasília, 02 de setembro de 2026

Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino — Contee

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