Gilson analisa a privatização do ensino e o ataque de Bolsonaro à educação

Reprodução/YouTube

“No Governo Bolsonaro, o modelo de mercantilização da educação brasileira foi piorado. Além do setor privado estar ocupando o Ministério da Educação, estão lá os fundamentalistas, os militares e os olavistas, que combatem o que chamam de marxismo cultural. O MEC, hoje, está em disputa por essas quatro forças”, analisou o coordenador-geral da Contee, Gilson Reis, em entrevista na TV 247, transmitida no domingo, 5.

Comandado pela jornalista Andrea Trus, o programa abordou a crise profunda da educação no Brasil. Segundo Gilson, “o ponto decisivo do processo de transformação da educação em mercadoria, em nosso país, foi no início dos anos 1990, quando o Banco Mundial decidiu transformar a educação em serviço e o Governo Fernando Henrique Cardoso começou um processo intenso de privatização e mercantilização. Nos governos Lula e uma parte do Governo Dilma esse impacto foi diminuído, mas com o golpe de Estado de 2016 o Governo Temer entregou a Educação ao setor privado, com as privatizações, financeirização e internacionalização do setor. Em suma, as escolas deixaram de se preocupar com educação e passaram a priorizar a venda de vagas e sua valorização na Bolsa de Valores”.

Assista a íntegra do programa

Carlos Pompe

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