11 de novembro: Nosso trabalho hoje é nas ruas

Nesta sexta-feira (11), estaremos nas ruas contra a Proposta de Emenda à Constituição 241 (PEC 55 no Senado), contra a Medida Provisória 746 (que impõe uma reforma no ensino médio), contra os ataques aos direitos trabalhistas e previdenciários, contra a privatização do pré-sal, contra a terceirização. E contra esse governo ilegítimo que golpeia dia a dia as conquistas sociais, a educação, os trabalhadores, o país.

Entidades filiadas à Contee em todo o Brasil convocaram a categoria para os atos desta sexta, que fazem parte do Dia Nacional de Paralisação organizado pelos movimentos sindical e social. O Sindicato dos Professores da Rede Municipal de Anápolis (Sinpma), por exemplo, enviou à Confederação cópia de sua convocação para a greve geral. Um ônibus do sindicato sairá no município até Goiânia para engrossar, na capital, a mobilização por nenhum direito a menos.

panfleto greve geral

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Um spot de rádio, também encaminhado à Contee, foi o meio mais eficaz encontrado pelo Sinpro Goiás de convocar a categoria para a paralisação deste dia 11. A concentração será às 9h na Praça no Bandeirante, também em Goiânia.

Ouça aqui a convocação do Sinpro Goiás

O movimento dos trabalhadores brasileiros, em especial da educação, também receberam o apoio da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), de Portugal. “A FENPROF manifesta a sua mais profunda solidariedade para com todos os trabalhadores do Brasil, em particular os professores e professoras que continuam a lutar contra o golpe que levou ao afastamento do governo legítimo eleito pelo povo brasileiro, bem como contra a retirada de direitos que está a ser concretizada pelo atual governo. Como tal, a FENPROF (Federação Nacional dos Professores de Portugal) vem saudar e solidarizar-se com os companheiros e companheiras das confederações sindicais de professores e centrais sindicais, designadamente CNTE, CONTEE, CUT e CTB, que convocaram uma Greve Geral para 11 de novembro, contra a reforma da Previdência, pela qual o governo pretende agravar as condições de aposentação, a Emenda Constitucional (PEC) e a desregulação das leis laborais, com graves prejuízos para os trabalhadores”, escreveu o Secretariado Nacional da Fenprof. “Essa vossa luta é muito importante e corresponde à luta que também em Portugal, e um pouco por todo o mundo, os trabalhadores vêm desenvolvendo, no sentido de afirmarem os seus direitos, impedindo os retrocessos que as forças ao serviço do capital pretendem impor.”

Nesta luta que é de todos e todas, nosso trabalho hoje é nas ruas.

Da redação

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